02 julho 2008

Portal Universia informa sobre atitudes imperdoáveis no trato com os superiores

Muitas vezes, a proximidade entre gestores e funcionários gera informalidade no ambiente corporativo. No entanto, a liberdade exagerada pode causar situações indevidas no escritório, como brincadeiras embaraçosas e atitudes impulsivas. Para evitar constrangimentos no local de trabalho, o Universia preparou uma lista com dez erros a ser evitados no tratamento com o chefe.

O conteúdo do Portal aponta que entre as principais atitudes incorretas para com o superior estão: mentir, deixar de emitir opinião, não cumprir prazos, ser demasiadamente impessoal, aceitar tudo sem questionamentos, ser pessimista, faltar e não avisar, desrespeitar a hierarquia, ser impulsivo e desejar rápida ascensão profissional.

O conteúdo completo pode ser conferido no endereço www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=16193.
Informações sobre mercado de trabalho, gestão de carreira e vagas de estágio e trainee estão no Canal Carreira, em www.universia.com.br/carreira.
FONTE: Maxpressnet.com.br

23 junho 2008

Dicas de leitura para as férias

  • Machado de Assis - Dom Casmurro
  • Jorge Amado - Tocaia Grande
  • João Cabral de Melo Neto - Morte e Vida Severina
  • Erico Veríssimo - Um Certo Capitão Rodrigo
  • Rachel de Queiroz - Memorial de Maria Moura
  • Manuel Bandeira - Libertinagem
  • Vinicius de Moraes - Para Viver um Grande Amor
  • Oswald de Andrade - O Rei da Vela
  • João Guimarães Rosa - Primeiras Estórias
  • Rubem Fonseca - Agosto
  • Nelson Rodrigues - Vestido de Noiva
  • Antonio Callado - Reflexos do Baile
  • Mario de Andrade - Macunaíma
  • Ariano Suassuna - Auto da Compadecida
  • Mario Quintana - A Vaca e o Hipogrifo

16 abril 2008

A identidade cultural na pós-modernidade - HALL

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro, DP&A, 2006.

A identidade em questão

  • Velhas identidades em declínio – sujeito unificado
  • Novas identidades: fragmentadas, descentradas, deslocadas – várias identidades, algumas vezes contraditórias ou mal resolvidas
  • Crise de identidade: “parte de um processo mais amplo de mudança, que está deslocando as estruturas e processos centrais das sociedades modernas e abalando os quadros de referência que davam aos indivíduos uma ancoragem estável no mundo social (7)” – duplo deslocamento: lugar no mundo social e cultural e de si mesmo
  • Referencial para o indivíduo até o século XX: classe, gênero, sexualidade, etnia, raça e nacionalidade – sujeito integrado
  • Sujeito do Iluminismo: “indivíduo totalmente centrado, unificado, dotado das capacidades de razão, da consciência e de ação (10)” – permanece idêntico do nascimento à morte – concepção individualista do sujeito e de sua identidade
  • Sujeito sociológico: “crescente complexidade do mundo moderno e a consciência de que este núcleo interior do sujeito não era autônomo e auto-suficiente, mas era formado na relação com outras pessoas importantes para ele, que mediavam para o sujeito os valores, sentidos e símbolos, sua cultura (11)” do mundo que habitava – interação entre o eu e a sociedade – “projetamos a nós próprios nessas identidades culturais, ao mesmo tempo que internalizamos seus significados e valores, tornando-os “parte de nós”, contribui para alinhar nossos sentimentos subjetivos com os lugares objetivos que ocupamos no mundo social e cultural (12)” – a identidade une o sujeito à estrutura
  • Sujeito pós-moderno: não tem identidade fixa, essencial ou permanente – “o processo de identificação, através do qual nos projetamos em nossas identidades culturais, tornou-se mais provisório, variável e problemático (12)” – definida historicamente – “o sujeito assume identidades diferentes em diferentes momentos, identidades que não são unificadas ao redor de um eu coerente (13)”, o que é uma fantasia
  • Modernidade tardia: globalização e seu impacto sobre a identidade cultural – sociedades em mudanças constantes, rápidas e permanentes – GIDDENS, HARVEY, LACLAU: ênfase na descontinuidade, na fragmentação, na ruptua e no deslocamento
  • “A sociedade não é um todo unificado e bem delimitado, uma totalidade, produzindo-se através de mudanças evolucionárias a partir de si mesma. Ela está constantemente sendo descentrada ou deslocada por forças fora de si mesma. As sociedades não se desintegram totalmente não é porque elas são unificadas, mas porque seus diferentes elementos e identidades podem, sob certas circunstâncias, ser conjuntamente articulados (17)” – a estrutura da identidade permanece aberta – desarticula as identidades estáveis do passado e abre a possibilidade de novas articulações: a criação de novas identidades
  • Conseqüências políticas da fragmentação ou pluralização de identidades[1]

Nascimento e morte do sujeito moderno

  • Sujeito humano: capacidades fixas e sentimento estável de sua própria identidade e lugar
  • Concepções mutantes do sujeito humano: figura discursiva
  • WILLIAMS: “por um lado, o sujeito é indivisível, uma entidade que é unificada no seu próprio interior e não pode ser dividida além disso; por outro lado, é também uma entidade que é singular distintiva, única (25)”
  • DESCARTES – sujeito cartesiano: “concepção do sujeito racional, pensante e consciente, situado no centro do conhecimento (27)” – “penso, logo existo”, identidade fixa e unificada
  • LOCKE: “mesmidade de um ser racional” – identidade contínua, que permanecia com o sujeito
  • Época moderna: Humanismo Renascentista (séc XVI – colocou o homem no centro do universo, revoluções científicas) e Iluminismo (séc XVIII – homem racional, científico, liberto do dogma e da intolerância) surge “forma nova e decisiva de individualismo, no centro da qual erigiu-se uma nova concepção do sujeito individual e sua identidade (24-5)” – “transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas (25)
  • A Reforma e o Protestantismo libertaram a consciência individual da Igreja
  • Revoluções Burguesas: tornam as sociedades modernas mais complexas e adquirem forma mais coletiva e social – “concepção mais social do sujeito, localizado e definido no interior dessas grandes estruturas e formações sustentadoras da sociedade moderna (30)”
  • Surgimento: biologia, economia, psicologia, sociologia – 1ª metade séc XX – “encontramos aqui a figura do indivíduo isolado, exilado ou alienado, colocado contra o pano-de-fundo da multidão ou da metrópole anônima e impessoal (32)”, o flaneur de BAUDELAIRE[2]
  • Biologia: DARWIN, desenvolvimento contínuo das espécies
  • Economia e legislação: indivíduo soberano no centro do discurso
  • Psicologia: estudo do indivíduo e de seus processos mentais – FREUD: “nossas identidades, nossa sexualidade e a estrutura de nossos desejos são formadas com base em processos psíquicos e simbólicos do inconsciente, que funciona de acordo com uma lógica muito diferente da razão, arrasa com o conceito do sujeito cognoscente e racional provido de uma identidade fixa e unificada (36)”
  • Sociologia: localizou o indivíduo em processos de grupo e nas normas coletivas – os indivíduos são formados subjetivamente através de sua participação em relações sociais mais amplas
  • Internalização do exterior no sujeito e externalização do interior através da ação no mundo social
  • MARX: os homens fazem a história sob as condições que lhes foram dadas
  • ALTHUSSER: relações sociais: modos de produção, exploração da força de trabalho, circuitos do capital – há uma essência universal do homem e essa essência é o atributo de cada indivíduo singular
  • LACAN: “a imagem do eu como inteiro e unificado é algo que a criança aprende apenas gradualmente, parcialmente e comum grande dificuldade. Ela não se desenvolve naturalmente a partir do interior do núcleo do ser da criança, mas é formada em relação com os outros; especialmente

As culturas nacionais como comunidades imaginadas



[1] Eu irônico (RORTY) e falso self (WINNICOTT)

[2] Flaneur: Baudelaire “Pintor da vida moderna”, Walter Benjamin, Kafka “O processo”, Frisby, George Simmel, Alfred Schutz, Sigfried Kracauer, “The Stranger”, “The Outsider” – legião de figuras alienadas da literatura e da crítica social do século XX – imagens proféticas do sujeito da modernidade tardia


07 abril 2008

A arte do tempo - SERVAN-SCHREIBER

  • Tempo saturado:
- produtividade: realizar mais tarefas num lapso de tempo invariável por definição - desempregado: o indivíduo que possui tempo livre que preferia não ter
- dispersão: tempo gasto em transportes, pois o local do trabalho está dissociado do local de moradia
- consumo: o crescimento do poder aquisitivo versus o tempo necessário para o consumo - lojas 24 horas
  • Não há possibilidade de escape: celulares, notebooks, secretárias eletrônicas, e-mail, nada pode ser perdido, sempre somos encontrados
  • Necessidade econômica de assumir tarefas cada vez mais numerosas e diversificadas
  • Crescimento da quantidade de pessoas com as quais somos levados a manter contato
  • Disponibilidade de meios de transporte e de comunciação abundantes e baratos
  • Mensagem publicitária: 30 segundos nos quais tudo deve ser dito
  • Impaciência crônica versus capacidade de concentração: opressão do tempo
  • Hábitos: fazer o agradável antes do desagradável, rápido antes do demorado, fácil antes do difícil, o que sabemos fazer antes do que é novidade, urgente antes do importante, o que os outros nos impõem antes do que nós escolhemos

18 fevereiro 2008

"Samba do cientista louco" - Verdades e mentiras sobre pesquisas

RUY CASTRO - Samba do cientista louco
RIO DE JANEIRO - Nelson Rodrigues contava que, toda madrugada, acordava com a úlcera em chamas e, de pijama e meias, ia à cozinha tomar um copo de leite para aplacá-la. Com o leite, a úlcera amansava e, dizia, só faltava ronronar como uma gata amestrada. Nelson morreu em 1980, de outras causas. Imagino seu choque, hoje, se soubesse que, segundo as últimas descobertas da ciência, leite é um veneno para quem tem úlcera.
E a manteiga? Depois de séculos sendo louvada, com justiça, como uma das maiores invenções do homem, levou os últimos 50 anos acusada de vilã para vários órgãos, inclusive o coração. Para a ciência, boa mesmo era a insípida, insossa e inodora margarina. Agora a mesma ciência, num lance de gênio, concluiu que a margarina é que é a vilã, por causa da mortal gordura trans.
E temos a saga e anti-saga do ovo. Certo dia, decretaram que ele era o pior inimigo do colesterol e do coração, e só faltaram proibir as galinhas de produzi-lo. Pois, há pouco, descobriram que, ao contrário, ele faz bem ao coração, porque ajuda a emagrecer, não influi no colesterol e até protege nossos olhos dos raios ultravioleta -o que é ótimo, porque nos permitirá ir à praia sem óculos escuros.
Sem falar no café. Por conter cafeína, ele também já freqüentou todas as listas negras. Criaram inclusive o café descafeinado. Pois os cientistas vêm de concluir que a cafeína é uma maravilha: estimula o sistema nervoso central, o coração, os vasos sangüíneos e os rins. Já o café descafeinado faz subir a pressão e aumenta o colesterol e o risco de doenças cardíacas.
Finalmente, esta semana, a ciência mandou dizer que, ao contrário do que ela própria afirma há anos, o açúcar é uma beleza e são os adoçantes que engordam! É o maravilhoso samba do cientista louco, em cuja letra certeza rima com dúvida.
FONTE: FSP, 18/02/08
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Ruy Castro, com o humor que lhe é característico, mostrou um grande problema que temos em Mkt, CORP, Pesquisas e qualquer outro assunto relativo às grandes corporações: o que é verdade ou não em tudo o que é divulgado pela mídia.
Quer saber mais? Leia "O fundo falso das pesquisas", de Cynthia Crossen, um estudo sobre a indústria da criação de fatos e factóides nos EUA.

08 fevereiro 2008

Blog corporativo pode ser a nova tendência das grandes empresas

Segundo pesquisa da revista Forbes, das 500 maiores empresas do mundo, apenas 9% possuem blogs corporativos. Dessa forma, são poucas as que abrem um espaço interativo na internet para a comunicação com o consumidor.

Ainda assim, de acordo com o consultor de internet da W3 Geoinformação, Aloísio Sotero, no Brasil, esse número é ainda menor. Entretanto, Sotero acredita que há uma movimentação para a criação de blogs corporativos no País. "Estamos com projetos de criação do blog de 5 CEOs, nas áreas de tecnologia, varejo e serviços".

Um exemplo desse início de tendência é a Jump Education, uma instituição especializada no ensino de tecnologia, que criou um curso para executivos com o foco na criação de blogs corporativos.

Já a diretora de mídia da L'Oreal, Patrícia Barbieri, acredita que a empresa tem que ter um objetivo claro na hora de criar um blog. "Não vamos criar só porque as outras empresas têm. Toda empresa pode ter um blog, desde que tenha uma estratégia de comunicação definida".

Mesmo assim, Patrícia diz que há a possibilidade da L'Oreal criar, também, o seu blog corporativo.

Gil Giardelli, vice-presidente da Adrenax Capital, diz que os bons blogs são aqueles que não pensam apenas em vender o produto. "É preciso falar de tudo que possa interessar ao seu público-alvo e criar no internauto o hábito de ler", finaliza.

As informações são de do jornal O Estado de S.Paulo.

FONTE: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2008/02/07/imprensa16960.shtml

Sites sobre Educação

EDUCACIONAL
www.educacional.com.br
Reúne sites de diversas escolas e oferece acesso gratuito e restrito. Há banco de imagens e especiais, como um sobre os 200 anos da chegada da família real ao Brasil

APRENDIZ
aprendiz.uol.com.br
O portal oferece notícias, colunas e pesquisas. Na seção Lição de Casa, usuários encontram dicas de endereços de sites de bibliotecas virtuais, enciclopédias e resumos

10 EM TUDO
www.10emtudo.com.br
Com uma área para alunos e outra para professores, o portal disponibiliza artigos sobre arte, religião, política, biologia, entre outros assuntos. Para assinantes, há opções como simulados