14 janeiro 2009

Matérias Interessasntes - HSM

http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/inteligencia_marketing_130109.php?mace2_cod=1357&pess2_cod=371326&lenc2_cod=

http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/marca_pode_130109.php?mace2_cod=1357&pess2_cod=371326&lenc2_cod=

http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/comunicacao_corporativa_130109.php?mace2_cod=1357&pess2_cod=371326&lenc2_cod=

08 janeiro 2009

Universities With the Best Free Online Courses

No tuition money? No problem! There are many top universities that offer free courses online. This list ranks several of the best free university courses available for people who want to enhance their personal knowledge or advance in their current field.

1. Massachusetts Institute of Technology (mit.edu)

If you are looking for a wide range of free courses offered online, MIT is your best option. More than 1,800 free courses are offered through the school's OpenCourseWare project. Courses are in text, audio and video formats and translated into a number of different languages. Students all over the world use OpenCourseWare and 96 percent of visitors to this site say they would recommend it to someone else.

2. Open University (open.ac.uk)

The Open University is the UK's largest academic institution. The school's OpenLearn website gives everyone free access to both undergraduate and graduate-level course materials from The Open University. Courses cover a wide range of topics, such as the arts, history, business, education, IT and computing, mathematics and statistics, science, health and technology.

3. Carnegie Mellon University (cmu.edu)

Carnegie Mellon University offers a number of free online courses and materials through a program called Open Learning Initiative. OLI courses are intended to allow anyone at an introductory college level to learn about a particular subject without formal instruction. Course options include such offerings as statistics, biology, chemistry, economics, French and physics.

4. Tufts University (tufts.edu)

Like MIT, Tufts has OpenCourseWare that is available free to everyone. Courses are sorted by school (i.e. School of Arts and Sciences, School of Medicine, etc.) and include assignments, lecture notes and other supplementary materials.

5. Stanford (stanford.edu)

Stanford University, one of the world's leading academic institutions, has joined forces with iTunes U in providing access to Stanford courses, lectures and interviews. These courses can be downloaded and played on iPods, PCs, and Macs and can also be burned to CDs. If you don't have iTunes, you can download it here for free.

6. University of California, Berkeley (berkeley.edu)

UC Berkley has been offering live and on-demand webcasts of certain courses since 2001. Hundreds of UC Berkley courses, both current and archived, are now available as podcasts and webcasts. Courses cover a range of subjects, including astronomy, biology, chemistry, computer programming, engineering, psychology, legal studies and philosophy.

7. Utah State University (usu.edu)

Utah State University also provides access to free online courses. Study options include everything from anthropology to physics and theatre arts. These comprehensive text-based courses can be downloaded as zip files or viewed directly on the site.

8. Kutztown University of Pennsylvania (kutztownsbdc.org)

Kutztown University's Small Business Development Center offers the largest collection of free business courses available on the web. Course topics include accounting, finance, government, business law, marketing and sales. Comprehensive text, interactive case studies, slides, graphics and streaming audio help to demonstrate the concepts presented in each course.

9. University of Southern Queensland (usq.edu.au)

The University of Southern Queensland in Australia provides free online access to a number of different courses through yet another OpenCourseWare initiative. Courses from each of the five faculties are available, covering a broad range of topics, including communication, science, career planning, technology, teaching and multimedia creation.

10. University of California, Irvine (uci.edu)

UC Irvine recently joined the OCW Consortium and began providing free university level courses online. Right now, there are only a handful of options to choose from, but this list is growing. Current courses cover topics like financial planning, human resources, capital markets and e-marketing. Course materials include syllabi, lecture notes, assignments and exams.

03 dezembro 2008

Call centers de agências ligadas ao governo são falhos

Teste indicou que os problemas são iguais ou piores do que os apresentados pelas empresas privadas que as agências fiscalizamBancos públicos como CEF e Banco do Brasil, embora estejam sujeitos à nova lei, ainda não adaptaram seu atendimento telefônico MÁRCIO PINHOWILLIAN VIEIRADA REPORTAGEM LOCAL Enquanto as empresas privadas são ameaçadas de punição por não terem adaptado seus SACs (serviços de atendimento ao consumidor) às novas regras para call centers, as agências reguladoras federais e a própria Fundação Procon de São Paulo -cuja tarefa é garantir o atendimento correto aos consumidores- também oferecem serviços com falhas.As agências (ou o Procon) não são obrigadas a atender ao decreto, mas especialistas em direito do consumidor afirmam: por seu papel regulador, deviam "dar o exemplo". Por isso, a Folha testou o atendimento de agências que fiscalizam as empresas obrigadas a seguir o decreto (telefônicas, bancos etc.) e detectou: os problemas são semelhantes (como não respeitar o tempo máximo de um minuto para falar com o atendente) ou até mais graves.Na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), foram feitos três contatos no número gratuito, com a mesma mensagem: "Não foi possível completar sua ligação". A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que regula o setor mais crítico de serviços, segundo o Procon (telefonia), oferece um 0800 que traz música de elevador repetida por quatro minutos (quatro vezes o tempo dado às empresas) até que o operador atenda. No caso do Banco Central, ao qual está subordinado o sistema financeiro nacional (incluindo os bancos), o menu é exemplar -traz a opção de reclamação e de falar com o atendente. Mas, escolhida a opção, a máquina avisa: "No momento, todos os nossos atendentes estão ocupados. Tente mais tarde, obrigado". E desliga. O atendimento na Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) começa com uma suspeita: "Caso você realmente necessite de atendimento, tecle 1". Escolha feita, o atendente virtual diz que os de carne e osso "estão todos ocupados". Dois minutos depois, um operador humano atende. Empresas públicas também não se adequaram. A Folha testou o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e, em ambos os casos, enfrentou problemas. Para bancos, a regra é que a espera seja de 45 segundos. No SAC da Caixa, ao optar por falar com o atendente, uma gravação diz que eles estão ocupados -e a espera é de 3min47seg. Quanto ao Banco do Brasil, após ouvir o menu e pedir o atendente, a espera foi de um minuto até a ligação cair. Servir de exemploPara o advogado Vinícius Zwarg, especialista em relações de consumo, as empresas têm de melhorar o atendimento, mas "deve partir do Estado a primeira iniciativa". "O Estado deveria seguir as regras", diz. Evandro Zuliani, diretor de atendimento do Procon-SP, concorda: as agências deveriam "dar o exemplo", já que são responsáveis por fiscalizar. Mas o próprio Procon não o é. Nas quatro tentativas feitas pela reportagem no Procon-SP, em todas o número 151 estava ocupado. No Procon-DF, foram seis ligações; nenhuma atendida. "Estamos trabalhando no aperfeiçoamento disso e equacionando o problema até o ano que vem", diz Roberto Pfeiffer, diretor-executivo do Procon-SP. Ele diz que uma licitação está em curso para dobrar o número atual de atendentes, 20. Mas ele afirma: "As empresas têm de parar de transferir seus problemas para os órgãos de defesa do consumidor".
FONTE: FSP, 03/12/2008.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0312200811.htm

25 novembro 2008

Os brasileiros e o racismo

Caderno especial da Folha de São Paulo trata sobre o tema, sua evolução e suas consequências. Não deixe de ler.

Um novo levantamento repete perguntas sobre o tema feitas há 13 anos e constata que uma fatia menor de pessoas declara seu preconceito contra negros. A adesão a lugares-comuns abertamente racistas também caiu, embora parcelas significativas dos entrevistados ainda acreditem neles.
 Embora o preconceito "aberto" seja assumido por apenas 3% dos entrevistados, os brasileiros continuam a se ver como uma sociedade racista -para 91%, os brancos têm preconceito de cor em relação aos negros. Alguns analistas enxergam nessa contradição um indício de que parte da queda no preconceito declarado seja resultado apenas de um racismo mais "velado".
Por outro lado, mais brasileiros se "assumem" pretos e pardos, e a parcela da população que se identifica como branca caiu de 50% para 37% nesses 13 anos. Também caiu o percentual de pessoas que dizem já terem sido discriminadas por causa da própria cor -de 22% em 1995 para 16% agora.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/inde23112008.htm

28 outubro 2008

Revista Organicom nº 7

A Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp) e a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) lançarão, no próximo dia 4 de novembro, o nº 7 da Organicom – Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas.

O novo número reúne profissionais e acadêmicos de comunicação organizacional que são referência no país e no exterior, e traz um dossiê sobre Identidade, Marca e Gestão da Reputação Corporativa. A edição contou com o patrocínio das empresas Basf e Odebrecht e custa R$ 25,00. Pode ser adquirida pelo site 
<http://www.eca.usp.br/organicom>www.eca.usp.br/organicom ou pelo e-mail assinaturas@revistaorganicom.org.br

Na ocasião, também farão parte do evento os autores do livro Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, organizado pela professora Margarida M. Krohling Kunsch. Lançada pela Difusão Editora na última Bienal do Livro, em agosto, a obra contém dezoito capítulos escritos por professores do curso de “Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional  Relações Públicas”. Desenvolvido pela ECA-USP há nove anos, o curso tem a finalidade de ampliar ainda mais o debate sobre essa temática entre a academia e o mercado.

SERVIÇO
- Lançamento: Revista Organicom 7, com dossiê sobre Identidade, Marca e Gestão da Reputação Corporativa e Livro Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas
- Data: 04/11/2008 (terça-feira)
- Local: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp (Av. Paulista, 1313, 15º andar – Salão Nobre – São Paulo – SP)
- Horário: 19h00 às 22h00
- Inscrições: pelo e-mail organicom@revistaorganicom.org.br

19 setembro 2008

Coca-Cola, IBM e Microsoft são as marcas mais valiosas do mundo

A Coca-Cola lidera pelo oitavo ano consecutivo a lista de marcas globais mais valiosas em estudo da Interbrand. Segundo o levantamento da consultoria de avaliação de marcas, a marca de refrigerante vale US$ 66,667. No ranking, é seguida por IBM (US$ 59,031 bilhões) e Microsoft (US$ 59,007 bilhões), que trocaram de posição em relação ao relatório do ano passado.

O Google apresentou a maior alta, de 43%, saltando da vigésima para a décima posição após resultados satisfatórios ao colocar a marca no centro da estratégia da empresa, segundo a Interbrand. Outras marcas que registraram altas relevantes são a Apple (+24%), Amazon.com (+19%), Zara (+15%) e Nintendo (+13%).

As maiores quedas ficaram por conta de marcas de serviços financeiros, como conseqüência da crise econômica mundial. Entre elas, a Citi (-14%), Morgan Stanley (-16%), GAP (-20%) e Merrill Lynch (-21%). Outra marca que também desceu posições foi a Ford, caindo da 41ª para a 49ª colocação, em uma baixa de 12%.

A Interbrand destaca ainda o crescimento de marcas de luxo em novos mercados emergentes, como China, Brasil e Rússia. Nesse segmento, as mais valiosas são Louis Vitton (US$ 21,602 bilhões), Tiffany&Co. (US$ 4,208 bilhões) e Prada (RS$ 3,588 bilhões).


FONTE: Mundo do Marketing: Publicado em 19/9/2008

16 setembro 2008

Papel-semente

O Laboratório Mantecorp criou uma estratégia de comunicação interna que consistia em enviar uma carta aos funcionários que, após lida, deveria ser picotada e plantada em um vaso. Depois de 15-20 dias, o papel-semente germina. O mote é "Tudo na vida é assim: você planta para depois colher".
É uma iniciativa inteligente para a comunicação administrativa, interna e responsável socialmente.
FONTE: http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=5625