19 setembro 2008

Coca-Cola, IBM e Microsoft são as marcas mais valiosas do mundo

A Coca-Cola lidera pelo oitavo ano consecutivo a lista de marcas globais mais valiosas em estudo da Interbrand. Segundo o levantamento da consultoria de avaliação de marcas, a marca de refrigerante vale US$ 66,667. No ranking, é seguida por IBM (US$ 59,031 bilhões) e Microsoft (US$ 59,007 bilhões), que trocaram de posição em relação ao relatório do ano passado.

O Google apresentou a maior alta, de 43%, saltando da vigésima para a décima posição após resultados satisfatórios ao colocar a marca no centro da estratégia da empresa, segundo a Interbrand. Outras marcas que registraram altas relevantes são a Apple (+24%), Amazon.com (+19%), Zara (+15%) e Nintendo (+13%).

As maiores quedas ficaram por conta de marcas de serviços financeiros, como conseqüência da crise econômica mundial. Entre elas, a Citi (-14%), Morgan Stanley (-16%), GAP (-20%) e Merrill Lynch (-21%). Outra marca que também desceu posições foi a Ford, caindo da 41ª para a 49ª colocação, em uma baixa de 12%.

A Interbrand destaca ainda o crescimento de marcas de luxo em novos mercados emergentes, como China, Brasil e Rússia. Nesse segmento, as mais valiosas são Louis Vitton (US$ 21,602 bilhões), Tiffany&Co. (US$ 4,208 bilhões) e Prada (RS$ 3,588 bilhões).


FONTE: Mundo do Marketing: Publicado em 19/9/2008

16 setembro 2008

Papel-semente

O Laboratório Mantecorp criou uma estratégia de comunicação interna que consistia em enviar uma carta aos funcionários que, após lida, deveria ser picotada e plantada em um vaso. Depois de 15-20 dias, o papel-semente germina. O mote é "Tudo na vida é assim: você planta para depois colher".
É uma iniciativa inteligente para a comunicação administrativa, interna e responsável socialmente.
FONTE: http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=5625

29 julho 2008

Estudo revela que moradores solitários são consumidores exigentes

Pessoas que moram sozinhas buscam preços melhores e mais qualidade, constata pesquisa da Market Analysis

A Market Analysis, instituto de pesquisa e opinião pública, apresenta estudo conduzido sobre os hábitos de consumo de pessoas que vivem sozinhas. O resultado mostra que este grupo é composto por consumidores mais exigentes que buscam melhores preços (80%) e só concordam em adquirir produtos mais caros se isto significar maior durabilidade. Pagar mais em troca de conforto ou praticidade é uma característica inerente àqueles que moram com suas famílias e precisam otimizar seu tempo para cuidar do lar.

A atividade relacionada a lazer mais citada por este grupo foi compras (42 %). Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o tempo diário gasto com internet e televisão em casa ficaram em segundo plano. "Os solitários gastam em média 56 minutos por dia contra 34 da população em geral, o que significa que utilizam mais a internet, mas assistem menos televisão", afirma Echegaray.

Outro aspecto destacado é que estes moradores possuem hábitos menos saudáveis e atribuem a responsabilidade pela segurança alimentar aos fabricantes dos produtos. Passeios a bares e restaurantes foram citados por 42% contra 21% da população em geral, assim como comer em redes fast foods constantemente também foi comentado por 36% dos entrevistados. Deste grupo, 45% afirmaram consumir bebidas alcoólicas e 66% revelaram ingerir doces e chocolates.

O número de brasileiros que moram sozinhos dobrou na última década e já atinge a marca de seis milhões. A estimativa é que até 2016 esta quantidade aumente para 12 milhões. Empresas já se preparam para atender às necessidades deste público ao criar estabelecimentos baseados no seu perfil. Os moradores solitários são responsáveis por 40% do consumo de produtos embalados individualmente e preferem fazer compras em um único lugar que tenha produtos de diferentes segmentos.

Ficha técnica

Pesquisa sobre bem-estar, realizada com uma amostra de 1.006 consumidores adultos, entre 18 e 69 anos. Representatividade da população residente nas oito principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador e Brasília.

Sobre a Market Analysis

Instituto de pesquisas de mercado e opinião pública, a Market Analysis Brasil possui mais de dez anos de experiência em estudos relacionados aos mais diversos temas sócio-econômicos do mercado nacional e internacional, principalmente para os países da América Latina. Com destaque para os assuntos relacionados à sustentabilidade, meio ambiente, saúde, telecomunicações, comportamento social, novas tecnologias de informação e comunicação e bens de consumo; além de projetos relacionados ao custo-benefício entre preços e atributos, tamanho e segmentação dos mercados, identificação de prospects, introdução de novos produtos e conceitos no mercado (turismo, marketing esportivo e entretenimento). Afiliada da Abep (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa) e da Esomar (Associação Mundial das Empresas de Pesquisa de Mercado), a entidade realiza anualmente pesquisas sobre Reputação Empresarial e Responsabilidade Social e já coordenou mais de 700 projetos em 20 estados brasileiros. Também é membro do Grupo IRIS de institutos de pesquisa, que fatura globalmente mais de 92 milhões de euros. A Market Analysis desenvolve regularmente projetos para empresas de atuação global, como BBC World News, Nestlé, Philips, Roche, Unilever, Petrobras, Coca-Cola e Pão de Açúcar.

Para mais informações acesse: http://www.s2.com.br ou http://www.marketanalysis.com.br.
FONTE: http://www.maxpressnet.com.br/noticia.asp?TIPO=PA&SQINF=330162#mail%23

As mais e as menos responsáveis

A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do Monitor de Responsabilidade Social 2008, que aponta as melhores e piores companhias em Responsabilidade Social atuantes no país, na visão dos consumidores. Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%). Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia também compõem este grupo.

Entre as empresas classificadas negativamente, a Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar (5,3%). Mac Donald´s, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae dividem o 4º lugar (1,9%) do ranking. Para traçar os resultados o instituto ouviu 805 pessoas nas principais capitais brasileiras.

Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema e a atenção dada aos fatores que envolvam o ramo de atuação das empresas. Tanto a Petrobrás como a Vale do Rio Doce são citadas nos rankings de melhores e piores. "Esta duplicidade reflete tanto a aceitação dos investimentos massivos em ações sociais e de marketing, tidos como muito relevantes por alguns consumidores, como também a percepção crítica de outros consumidores sobre a natureza intrinsecamente questionável dos negócios destas

empresas, ligados à poluição e deteriorização do meio ambiente", alerta.

Outro exemplo que clareia esta percepção é a posição da Parmalat, que atualmente ocupa o topo do ranking das piores empresas em responsabilidade social. A empresa teve a imagem abalada após a denúncia sobre o uso de soda cáustica no leite fornecido por algumas cooperativas, no segundo semestre de 2007, evidenciando a preocupação e atenção do brasileiro quanto à maneira como são tratados os negócios das empresas. "A maior atenção da mídia, não apenas na maneira como as empresas distribuem parte dos ganhos, mas também como elas geram as receitas torna o consumidor brasileiro cada vez mais atento e exigente diante do mundo corporativo", aponta Echegaray.

Para a pesquisa, realizada anualmente, foram entrevistados 805 adultos (18-69 anos), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília. As entrevistas foram realizadas em novembro e dezembro de 2007, no domicílio do entrevistado. A margem de erro é de aproximadamente 3,4%.

FONTE: Mundo RP

16 julho 2008

Comissão da Câmara aprova projeto que proíbe publicidade infantil

O texto prevê multas entre 1 mil e 3 milhões de Ufirs em caso de infração

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara aprovou esta semana proposta que proíbe qualquer tipo de publicidade dirigida a menores de 12 anos e restringe aquelas destinadas ao público adolescente. A proposta segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovada, ainda precisa passar por avaliação do Senado.

O projeto, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), proíbe a veiculação de comunicação que faça uso de linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores, trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança, pessoas ou celebridades com apelo entre o público infantil, personagens ou apresentadores infantis, animação, bonecos, promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis e promoção com competições ou jogos com apelo ao público infantil.

Para o publicitário Ricardo Schrappe, sócio-diretor da Fuego Comunicação Criativa, o projeto é um contrasenso. “Não estamos falando de publicidade de produtos nocivos, da tentativa de vender álcool ou cigarro para o público infantil, mas sim de produtos e serviços pensados e desenvolvidos especificamente para crianças”.

O texto aprovado também proíbe qualquer tipo de publicidade durante, 15 minutos antes ou depois, de programação infantil ou programa que tenha audiência em sua maioria constituída por criança. Também fica vetada a participação de crianças nas ações publicitárias, exceto em campanhas de utilidade pública.

O projeto de lei restringe a veiculação de "merchandising" durante programa de entretenimento dirigido ao adolescente e proíbe a indução, "mesmo implicitamente, de sentimento de inferioridade no adolescente, caso este não consuma determinado produto ou serviço" e o uso das palavras "somente" e "apenas" junto aos preços dos produtos e serviços, entre outros itens. O texto prevê multas entre 1 mil e 3 milhões de Ufirs em caso de infração.

Segundo Schrappe, a proibição é a saída mais fácil, mas nem sempre a mais adequada. “Devemos pensar se isto é realmente necessário e se é benéfico para a sociedade como um todo”. O publicitário defende o trabalho realizado pelo Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (CONAR). “Quem se sentir lesado ou ofendido por qualquer mensagem publicitária pode recorrer ao órgão, que foi criado pelas próprias agências para coibir mensagens abusivas ou enganosas”, defende o profissional.

FONTE: http://empreendedor.uol.com.br/?secao=Noticias&categoria=167&codigo=8455
Visite também: http://www.alana.org.br/Default.aspx

11 julho 2008

Postura na comunicação não-verbal

Ter boa postura não significa ser musculoso (tipo lutador de juijitsu), com medidas exageradas ou uma top model com medidas métricas exatas. Significa isto sim, ser leve de ombros, de caminhar, de alma, de boa vontade. É isto que nosso corpo mostra. Quando estamos bem, somos expressivos, quando não, nos fechamos e claro, ficamos inexpressivos.
Cuidado:
Quando você está cansado ou zangado, seu corpo sem dúvida, deve estar mostrando o que você realmente está sentindo. Quando estamos alegres, nosso corpo é alegre. Quando estamos tristes, nosso corpo é triste. Tudo o que sentimos na alma aflora no corpo.
Você deve tentar demonstrar seu lado melhor.
As características principais de alguém realmente bonito são:
  • ALTIVEZ, não prepotência.
  • DIGNIDADE, não superioridade.
  • LEVEZA, não superficialidade
  • ALEGRIA, não desânimo.
  • QUERER BEM, não mal querer.
FONTE: Jornal da Comunicação, 10/07/2008

02 julho 2008

Empresa desenvolve projeto para resolver o problema do lixo eletrônico

A CETESB irá apresentar a idéia, representando o Brasil, num evento sobre inovação tecnológica na Itália


A CETESB, através de seu Departamento de Tecnologia da Informação, desenvolveu um projeto inovador para resolver o grave problema de destinação adequada de lixo eletrônico, chamado de TI-Verde. Por conta disso, recebeu o primeiro prêmio no 11º CONIP na categoria *Excelência em Inovação na Gestão Pública 2008* e o prêmio *Destaque do Ano - Professor Francisco Romeu Landi*, concedido pelo Comitê Gestor de Internet do Brasil, em parceria com o CONIP (Congresso de Informática Pública), garantindo o direito de apresentar o projeto, representando o Brasil, num evento sobre inovação tecnológica que ocorrerá em setembro próximo, em Turim, na Itália.

FONTE: http://empreendedor.uol.com.br/?secao=Noticias&categoria=167&codigo=8267